quarta-feira, 12 de novembro de 2014

fifa 15 analise

As edições de nova geração de "FIFA 15" se consolidam como as novas 'versões padrão' do game.

Depois de uma estreia tímida, mas promissora, em "FIFA 14", o motor gráfico Ignite brilha ao trazer para a série movimentos extremamente fluidos e realistas, que só reforçam a sensação de assistir a uma transmissão de TV de uma partida de futebol de verdade.

Pelo lado positivo, o upgrade visual vem acompanhado de física ainda mais apurada, com passes, chutes e lançamentos que transmitem de forma mais verossímil o peso de chutar uma bola de verdade.

Em contrapartida, as animações 'extra jogo', como os times entrando em campo e reações após jogadas importantes parecem ainda mais robóticas do que de costume.

Por fim, os menus estão muito mais fáceis de navegar e as diferentes pranchetas para gerenciamento de equipes são novidades práticas que ajudam a gerenciar os times de forma mais eficiente durante as temporadas e torneios.

A ausência dos times brasileiros é bem sentida e uma grande perda para a série, mas caso você não se importe muito com eles vale investir no "FIFA 15" de nova geração.

PONTOS NEGATIVOS

  • Poucas novidades
  • Animações estão melhores, mas não muito, assim como a física da bola. Saem de cena também a velocidade alucinante e as cores fortes do game oficial da Copa do Mundo de 2014 e predominam tons mais brandos e uma velocidade mais condizente com o futebol de verdade.

    Assim como já aconteceu em edições anteriores, os menus são um bocado pesados para o hardware do PS3 e X360 e não funcionam com a mesma fluidez e praticidade das edições 'next gen'.

    Ficam de fora também os goleiros reformulados. Não que seja grande prejuízo: mesmo rodando em um sistema antigo, os goleiros do "FIFA 15" de 'velha geração' são quase tão bons quantos os goleiros de 'nova geração', que funcionam em um sistema novo que ainda tem muito para evoluir e aprimorar.
  • Ausência de times brasileiros
  • Impossível não achar ruim: "FIFA 15" não traz times e atletas que jogam no Brasil e isso é um triste retrocesso que prejudica muito o jogo.

    Para quem curte jogar com os clubes nacionais o game perde muito do sabor, especialmente no modo carreira, em que você podia realizar o sonho de jogar pelo clube do coração e evoluir como um craque dentro das quatro linhas.

    Mesmo para quem não se importa com os times brazucas o prejuízo é grande pela falta dos atletas que atuam por aqui. Fred? Kaká? Robinho? Todos de fora, impossíveis de serem contratados por qualquer equipe no jogo ou mesmo convocados para a seleção brasileira

    Até mesmo outras seleções sofrem com esse problema: Chile fica sem Valdívia e o Peru sem o atacante corinthiano Paolo Guerrero.

    Prêmio de consolação? O Brasil continua com uniforme oficial, algo que voltou em "FIFA 14" e tinha ficado de fora de algumas edições antes disso.

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